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19 Respostas to “O mesmo número de “nuggets” no Prato”

  1. Caio, confesso que eu tenho minhas reservas quanto a esse assunto, mas respeito a opção de quem quer que seja, isso se chama respeito pelo próximo. Não sou a palmatória do mundo, por isso não tenho que mudar ninguém. Só quero que as pessoas sejam felizes, para mim isso é o mais importante, não importa com quem e nem como, mas se estão felizes isso é o que importa.

    • Caio Locci disse:

      Cara Ruth, por favor, não use o termo “opção” quando se referir à sexualidade. Esse foi o principal motivo de eu ter contado minha história pro mundo, pra que fique claro que não foi uma escolha, uma “opção”, mas simplesmente nasci assim, bem como meu irmão e você nasceram heterossexuais.
      De qualquer forma, fico muito feliz pelo seu respeito, e gostaria que mais pessoas fossem como você, meu irmão, meu pai, minha mãe… Enfim, que as pessoas simplesmente respeitassem uns aos outros, em qualquer assunto. 🙂

  2. SOL disse:

    BELO RELATO SIMPLES COERENTE E VERDADEIRO.
    SERVE DE EXEMPLO PARA ESTA MAIORIA QUE MESMO TENDO O PODER EM MÕAS PARA FAZER
    A DIFERENÇA PARA UMA NAÇÃO INTEIRA ,SE PREOCUPA EM PRIVAR 3% DELA DE SEUS DIREITOS

  3. oi Caio adorei sua historia de vida belo exempro de sua familia que e rara, digo a voce torço muito pela conquista de direitos homosexual. Beijo.

  4. Rodrigo disse:

    Sou heterossexual, evangélico e não sou homofóbico. Tenho a dizer a todos vocês que nem todos os evangélicos partilham a cartilha daqueles “pastores” que não valem a pena repetir seus nomes e que pregam contra vocês. Uma coisa é dizer que algo é pecado, outra é discriminar como se o pecador fosse alguém abominável. TODOS somos filhos de Deus, e ninguém pode julgar seu semelhante, isso é algo que a Bíblia proíbe (“não julgueis para não serdes julgados”). Desejo sucesso nas lutas de vocês, e saibam que do lado “de cá” nem todos são inimigos, tem muitos cristãos católicos, evangélicos, espíritas e de todas as religiões que não discriminam vocês.

    • Caio Locci disse:

      Rodrigo, eu e minha família somos Espíritas, o que talvez tenha ajudado muito na aceitação de todos, já que o Espiritismo não condena a homossexualidade e nem a vê como algo errado.
      Fico muito, mas muito feliz mesmo, quando um evangélico, que são os que mais nos condenam, se mostra contra o que esses falsos profetas dizem. Somos todos filhos de Deus, sem distinção, e devemos nos amar como dita a máxima “amai-vos uns aos outros”.
      Muito obrigado pelo seu depoimento, e que Deus te abençoe. 🙂

      • Rodrigo disse:

        Caio, não precisa agradecer, sou eu que agradeço a oportunidade de poder expor uma opinião aqui que de certa forma surpreende a muitos. Nem todo evangélico comunga da mesma opinião dos malafaias e felicianos. Nem todos nós legitimamos os integrantes da tal “bancada evangélica” do congresso nacional como nossos representantes. Eles apenas sujam a imagem dos evangélicos em geral. E que Deus te abençoe também, e a todos aqueles que O buscam com sinceridade no coração.

  5. Damião disse:

    Olá Caio!
    Parabéns pelo depoimento.
    Que sua história de vida inspire outros rapazes e garotas, sejam gays ou não, a buscarem a felicidade.
    Abraços
    Damião

  6. Luis Arruda disse:

    Oi Caio, excelente texto, muito parecido com a minha história, sobretudo a parte da escola. Não posso ter a comparação de um irmão, pois sou filho único, mas como vc meus pais tb me aceitam e me dão toda a liberdade que teria se fosse hetero. vejo claramente que a aceitação da família é o mais importante para que a história de um homossexual tenha um final feliz… pelo menos no qu ediz respeito do amor dele por ele mesmo. Obrigado por dividir isso conosco!

  7. Caio Locci disse:

    Fico muito feliz que minha história de final feliz (mesmo não tendo acabado)seja divulgada para todo mundo.
    Espero que mais pessoas se inspirem e se abram para dar voz a todos aqueles que são calados pela sociedade.

  8. Flávio Jayme disse:

    Oi Caio. Gostei bastante do seu texto e em boa parte dele me identifiquei. Tirando os preconceitos na escola, passei por tudo o q você contou. Dos jogos de tabuleiro às amizades com mulheres, até no não ter crescido muito em tamanho… Talvez nao tenha sofrido tanto preconceito na escola porque passava cola para alguns dos alunos que faziam parte da turminha dos que faziam bullyng com os diferentes e estes impediam que os outros me maltratassem para nao perder as colas hehe.
    Também fui um pouco mais tardio nas “descobertas”, mas hoje, com 31 anos, me sinto totalmente liberto e pronto para admitir o que sou e do que gosto sem ter que dar satisfação a ninguém. Também levo meu namorado à casa dos meus pais e recebo deles a mesma (ou talvez até maior) aprovação que minha irmã.
    Parabéns pelo texto. Traduz muito bem o que muitos de nós passamos e sentimos.

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